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Conferência J-A / Justin Mcguirk - 18 de DEZEMBRO

O Jornal Arquitectos vai apresentar o novo Ciclo para 2013 e 2014, celebrando o momento com uma conferência de Justin Mcguirk.

Justin Mcguirk que vai apresentar o pavilhão vencedor do Leão de Ouro da Bienal de Arquitectura de Veneza deste ano, Torre David: Gran Horizonte.

UMA REVISTA RENOVADA
O Jornal Arquitectos vai abrir uma nova série de publicação para os anos 2013 e 2014. Na linha de excelência e elevação disciplinar que o Jornal Arquitectos conquistou ao longo dos seus 245 números, com uma nova imagem e uma abordagem mais acutilante perante as contingências que a arquitectura atravessa nos dias de hoje, o J-A terá uma periodicidade quadrimestral em 2013 e trimestral em 2014, com o seguinte calendário de edição:
246 Janeiro-Abril 2013: Fevereiro 2013
247 Maio-Agosto 2013: Maio 2013
248 Setembro-Dezembro 2013: Outubro de 2013
249 Janeiro-Março 2014: Fevereiro 2014
250 Abril-Junho 2014: Abril 2014
251 Julho-Setembro 2014: Julho 2014
252 Outubro-Dezembro 2014: Outubro de 2014
A nova linha editorial a adoptar pode ser descrita em cinco pontos:
Uma revista de actualidade, em que os assuntos são tangíveis e decorrentes das dinâmicas contemporâneas da profissão, privilegiando o género jornalístico em detrimento do ensaio.
Uma revista não temática, ancorada numa grelha de secções, com um corpo redactorial estável e sintonizado.
Uma revista crítica, com uma consciência fundamentada na observação e análise da realidade, capaz de propor caminhos alternativos e confrontar ideias.
Uma revista económica, com estratégias de comunicação directas e práticas de publicação de conteúdo capazes de ampliar o seu público.
Uma revista de arquitectura, em que o projecto, a obra e a transformação do território ocupam um lugar preponderante.
1. UMA REVISTA DE ACTUALIDADE
A escolha dos conteúdos e assuntos de cada número responderá a temas de actualidade, como podem ser exemplos as variações do custo da construção, operações de transformação urbana em curso ou em fase de completamento, legislação publicada ou em fase de publicação, ou tantos outros temas com que nos cruzamos em conversas quotidianas. É esta dimensão de actualidade que vai ditar a escolha dos projectos e dos temas das várias secções do J-A que se dedicam a obras e projectos concretos e à análise da realidade e do quotidiano do exercício da profissão.
2. UMA REVISTA NÃO TEMÁTICA
A ausência de tema específico por número é um aspecto fundamental desta proposta. As secções em que se vai organizar a revista garantem uma estrutura capaz de oferecer ao leitor uma forma estável, identificável, cuja natureza dos conteúdos constrói articulações a partir de uma equipa de redacção com que o leitor sabe poder contar. Nesta medida, a heterogeneidade e competência da equipa de redacção torna-se fundamental, na medida em que será essa equipa a congregar e redigir a maioria dos conteúdos, em detrimento da prática da ‘encomenda’, prática que leva, com frequência, à dispersão de forças e a conteúdos heteróclitos que só adquirem coerência sob a força de um tema em forma de chapéu-de-chuva criativo.
3. UMA REVISTA CRÍTICA
Analisar e criticar, no sentido amplo e prospectivo do termo, serão as actividades privilegiadas pelo J-A, ao invés do sentido de divulgação e reflexão teórica que tem sido adoptado nos últimos anos. A linguagem a adoptar será por isso mais próxima do jornalismo, em que as descrições servem para instruir o leitor e lhe oferecer a possibilidade de construir a sua própria opinião em confronto com a opinião dos redactores da revista. O género literário do ensaio será substituído pela reportagem, pelo inquérito ou até pelo comentário. Contudo, a dimensão dos textos será bastante comedida, garantindo a economia da narrativa. Essa economia é fundamental para poupar o leitor e, também, para controlar custos editoriais de tradução e publica

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